A Defesa Civil de Balneário Camboriú instalou nesta quarta-feira (24) barreiras do tipo New Jersey na Rua Indonésia, no Bairro das Nações, em um trecho considerado sensível por risco de queda de pedras. A medida é preventiva e tem como objetivo ampliar a segurança de motoristas e pedestres que circulam pela região da Avenida Martin Luther.
As estruturas foram posicionadas de forma provisória para funcionar como barreira de contenção em caso de desprendimento de fragmentos do talude localizado às margens da Rua Indonésia. Segundo a Prefeitura, em caso de queda de pedras ou outros materiais, as barreiras podem absorver parte do impacto e reduzir os riscos aos usuários da via.
As barreiras New Jersey são estruturas modulares de concreto armado usadas em separação de tráfego, contenção de impactos e proteção em áreas de risco. Com a conclusão da instalação, o trânsito da Avenida Martin Luther na região da Rua Indonésia, que estava em meia pista durante a execução do serviço, foi totalmente liberado.
O trecho da Rua Indonésia que dá acesso à Avenida Martin Luther segue interditado por tempo indeterminado. A interdição foi adotada após as fortes chuvas de abril, quando houve o desprendimento de uma grande pedra de um maciço rochoso na área que dá acesso ao Morro do Cristo Luz.
Nos próximos dias, o proprietário do terreno deverá iniciar uma obra emergencial no local. A intervenção prevê a instalação de uma barreira de contenção fixa, além de limpeza geológica e retirada controlada das rochas que apresentam risco. A previsão é que os trabalhos comecem entre sete e dez dias.
Paralelamente, o município informou que busca apoio dos governos estadual e federal para captar recursos destinados a obras de infraestrutura capazes de solucionar o problema de forma definitiva. A intenção é viabilizar intervenções estruturais para estabilizar a área e garantir mais segurança ao entorno.
Antes da instalação das barreiras, a Defesa Civil vinha solicitando à BC Trânsito a interdição de duas pistas da Avenida Martin Luther em dias de chuva intensa. Com a nova proteção, a expectativa é que essa medida deixe de ser necessária, embora o local permaneça em observação e monitoramento pelos órgãos competentes.

