Homem morre após ser golpeado no pescoço pelo próprio irmão na Rua Panamá

Crime ocorreu na manhã desta segunda-feira (23); autor, que possui 48 registros policiais, fugiu do local antes da chegada das guarnições

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Um desentendimento familiar culminou em homicídio na manhã desta segunda-feira, 23 de março de 2026, no Bairro das Nações, em Balneário Camboriú. O crime ocorreu em uma residência localizada na Rua Panamá, mobilizando o 12º Batalhão de Polícia Militar e equipes de socorro.

De acordo com informações oficiais, a vítima, um homem de 52 anos, foi atingida por um objeto perfurocortante na região do pescoço. No local, a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou os procedimentos médicos de emergência, porém o óbito foi constatado ainda na residência em decorrência da gravidade do ferimento.

Dinâmica dos Fatos e Testemunhos

Relatos colhidos pela Polícia Militar indicam que o conflito teve início como uma discussão verbal entre os dois irmãos, que evoluiu rapidamente para agressão física. Entre as testemunhas presenciais estava o filho do autor, um adolescente, que prestou depoimento inicial às autoridades.

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Segundo o relato do jovem, a discussão teria começado entre seu pai e seu tio. O autor teria intervindo em defesa da própria mãe durante o embate. De acordo com o depoimento, o autor portava uma faca e, no momento em que a vítima se movimentou em sua direção, ocorreu o golpe fatal no pescoço. Após o ocorrido, o suspeito evadiu-se do local e, até o fechamento desta edição, não foi localizado pelas forças de segurança.

Histórico do Suspeito e Procedimentos Legais

O autor do crime, de 44 anos, possui um extenso histórico criminal. Conforme levantamento da Polícia Militar, o homem acumula 48 registros policiais anteriores, incluindo passagens por:

  • Roubo (Art. 157);
  • Furto (Art. 155);
  • Ameaça (Art. 147);
  • Desacato, resistência e violação de domicílio;
  • Registro de medida protetiva vigente em seu desfavor.

A Polícia Civil e a Polícia Científica foram acionadas para realizar a perícia técnica no local e dar início ao inquérito policial. Devido à presença do adolescente no cenário do crime, o Conselho Tutelar também foi formalmente notificado para prestar a assistência necessária.

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