Prefeitura prepara espaço para receber até 280 indígenas na temporada de verão em BC

Antiga Casa de Passagem, no Várzea do Ranchinho, foi indicada para acolher grupos que vêm à cidade vender artesanato

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Siga-nos no Google News
Receba notícias de BC pelo WhatsApp

Balneário Camboriú começou a organizar o acolhimento dos indígenas que costumam vir à cidade durante a temporada de verão para comercializar artesanatos. Nesta sexta-feira (11), representantes da Prefeitura, do Ministério Público Federal e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas discutiram a estrutura que será utilizada para receber os grupos.

CONTINUA APÓS O ANÚNCIO

O espaço indicado pelo município é a antiga Casa de Passagem, localizada no km 130 da BR-101, no Bairro Várzea do Ranchinho.

Segundo a Secretaria de Assistência Social, Mulher e Família, o local tem capacidade para receber cerca de 280 indígenas e deverá passar por adequações antes da chegada dos grupos.

A previsão da FUNAI é de que os primeiros indígenas cheguem à região a partir de 10 de dezembro.

CONTINUA APÓS O ANÚNCIO

Estrutura será adaptada

Depois da reunião no gabinete da prefeita Juliana Pavan, representantes da FUNAI visitaram a antiga Casa de Passagem para avaliar as condições do espaço.

Segundo o indigenista William Nunes, o imóvel possui vários banheiros, área coberta e espaço livre para adultos e crianças.

A estrutura será apresentada às comunidades indígenas antes da temporada.

- Advertisement -

A Prefeitura informou que pretende adaptar o local não apenas para este verão, mas também para as próximas temporadas.

Objetivo é concentrar acolhimento

O procurador da República Anderson Lodetti afirmou que a definição de um espaço específico busca organizar tanto o acolhimento quanto a presença dos artesãos indígenas na cidade.

Segundo ele, a ideia é evitar que os grupos precisem permanecer dispersos em diferentes espaços públicos durante a passagem por Balneário Camboriú.

A prefeita Juliana Pavan afirmou que a proposta busca conciliar organização da cidade com condições adequadas de segurança e dignidade para as comunidades indígenas.

A articulação envolve representantes da FUNAI de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, além do MPF e da administração municipal.

Receba notícias de BC pelo Telegram

Viva BC 62 anos

PUBLICIDADE

* Os comentários publicados são de absoluta responsabilidade de seus autores, e não devem ser entendidos como posicionamento do Camboriú News e seus editores.