Cachorro intoxicado em BC: Tutor nega maus-tratos e diz que usou cal contra parasitas

Homem afirma que aplicou cal virgem no quintal para combater parasitas e que animal teve contato com a substância

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A repercussão do caso envolvendo um cachorro encontrado com sinais de intoxicação e possível maus-tratos no bairro Nova Esperança, em Balneário Camboriú, trouxe novos elementos à apuração e versões divergentes sobre o ocorrido.

Inicialmente, moradores acionaram a Polícia Militar após encontrarem o animal debilitado, coberto por um pó branco e com sinais de inchaço. Imagens registradas por testemunhas reforçaram a suspeita de maus-tratos, e relatos apontavam que o tutor teria jogado cal sobre o cachorro. O animal foi resgatado e encaminhado para atendimento veterinário, permanecendo internado em estado delicado.

Com a divulgação do caso, o homem apontado como tutor do animal se manifestou publicamente. Ele negou qualquer prática de maus-tratos e afirmou que a aplicação de cal virgem no quintal tinha como objetivo combater carrapatos e pulgas. Segundo ele, o contato do cachorro com a substância teria ocorrido de forma indireta, já que o animal circulava livremente pelo local.

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O tutor também pediu desculpas e afirmou não ter tido intenção de causar danos. Além disso, declarou que o cachorro recebia alimentação e cuidados básicos.

Na mesma manifestação, o homem apresentou uma justificativa para as denúncias, alegando que o caso estaria inserido em um contexto de disputa familiar envolvendo herança. Segundo sua versão, haveria interesse de terceiros em tomar a residência da família.

A esposa do suspeito também se pronunciou, afirmando que a família passou a receber ameaças após a repercussão do caso. Ela relatou preocupação com a segurança dos familiares e pediu a retirada da publicação, alegando que a exposição estaria colocando todos em risco. Também afirmou que há informações sendo contestadas e que o caso está sob investigação.

Antes disso, a mulher já havia enviado mensagens a pessoas ligadas à denúncia, incluindo áudios com tom de confronto, nos quais faz ofensas e afirma que pretendia resolver a situação diretamente.

A repercussão também atingiu o ambiente profissional do suspeito. A empresa onde ele trabalha divulgou nota afirmando que repudia maus-tratos contra animais, mas ressaltou que condutas fora do ambiente de trabalho são de responsabilidade individual.

O caso segue sendo apurado pelas autoridades. A Polícia Militar confirmou o registro da ocorrência, enquanto o cachorro permanece internado, sob cuidados veterinários, com quadro considerado delicado.

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